Hélder Mendonça, membro e co-fundador do partido PODEMOS, defende uma reestruturação profunda da formação política, alegando que as tentativas de diálogo interno não produziram resultados e que o recurso aos tribunais se tornou necessário para resolver a crise.
Mendonça contesta a continuidade de Albino Forquilha na liderança do partido, argumentando que os mandatos dos órgãos centrais já expiraram e que o adiamento do congresso para 2028 não teria validade legal.
Por sua vez, a direcção liderada por Forquilha contesta a decisão judicial e defende a legalidade da sua permanência à frente da organização. A liderança sustenta que o adiamento do congresso está de acordo com os estatutos do partido.
A divergência expõe uma disputa interna sobre a legitimidade dos órgãos dirigentes, a interpretação dos estatutos e o futuro da organização política.
O desfecho dependerá dos procedimentos judiciais e partidários aplicáveis, num processo que poderá determinar a composição da liderança e o calendário do próximo congresso do PODEMOS.